Papo de Mãe: Qual a hora certa para engravidar - Post N.2!

Por Vilma de Vellis 12/12/2016 22:00:00


Oieee gente!!

Bom, esse é o post 2 sobre "qual a hora certa de engravidar." Ja compartilhei com vocês no post N.1 (se você ainda não viu, clique aqui), sobre o ponto de vista biológico e social. Deixando o biológico ou o que a sociedade pensa a respeito da hora "certa" para engravidar de lado, vim trazer para vocês algumas coisas que considero importante pensar antes de ter um filho e também minha experiência até agora. 

Também mencionei no post anterior que as mulheres mais velhas, em muitos casos, estão mais preparadas do que as mais novas para serem mamães, não somente olhando pelo lado financeiro, mas também pela maturidade (porque isso só vem com os anos mesmo), a carreira e a vida profissional em si. Estão com a vida mais estável e não precisarão estudar e trabalhar por muitas horas, tendo assim mais tempo para estar com o bebê. Só que somente isso também não adianta. Esse assunto sempre me deixa um pouco pensativa por várias razões, mas colocarei aqui somente 3 delas, que considero mais "importantes" que são: Um relacionamento estável, equilíbrio emocional, e condições financeiras.  


Relacionamento estável: Isso será muito importante para o bebê que estará vindo. Já ouvi muito na minha vida (sério mesmo), pessoas dizendo para outras quando o relacionamento não estava indo bem, para ter um filho que isso melhoraria a relação. Mil perdões, mas é pura ignorância e crueldade uma pessoa querer colocar uma responsabilidade tão grande como essa nas costas de um ser que nem sequer existe ou está pedindo para nascer. Talvez em alguns casos a gravidez tenha ajudado sim, mas já em outros o resultado foi bem ao contrário, piorou ainda mais a relação. Um filho vem ao mundo para compartilhar da felicidade que já existe entre o casal e não para ser responsável por ela. Até concordo que um filho pode dar aquele ar de imortalidade, porém o correto é ele encontrar uma família estruturada, podendo assim crescer de um modo saudável e ser preparado para enfrentar o mundo. Conheço pessoas que são traumatizadas pela infância devido a brigas e discussões dos pais, berros para todo o lado, completamente sem estrutura. Lógico que tudo isso tem cura, mas muitas vezes é difícil conseguir tirar algumas pessoas desses traumas. Ele precisa encontrar um lar pronto, que tenha paz, onde o amor é a base de tudo, onde as sinceras risadas fazem parte do dia a dia, onde beijos, abraços e carinhos são recíprocos entre o casal. Acredite ou não, isso será muito importante para a estrutura do seu filho. 

Minha experiência: Eu queria ser mãe há alguns anos atrás mas meu marido não queria de maneira nenhuma antes de comprarmos a casa. Como eu creio que tudo tem a sua hora, eu pude entender isso mais tarde, quando passamos por uma crise muito ruim e eu pensava (Graças a Deus eu não tive filho ainda, porque caso contrário seria mais difícil). Não estou aqui para falar da minha vida pessoal e sim um relacionamento estável para receber um filho, mas quis usar a minha experiência como exemplo para que possa ajudar vocês na hora da decisão. No meio da turbulência meu marido resolveu que gostaria de ter um filho e eu naquele momento simplesmente não concordei. A minha resposta foi: Primeiro concertaremos o que precisa ser concertado e somente depois de tudo estar certo, poderemos pensar em filhos. Hoje em dia nos conhecemos muito mais, amadurecemos como pessoas, aprendemos que devemos cada um respeitar o espaço do outro, enfim, tendo um amor recíproco e uma casa em paz para receber nosso pequeno. :-) :-) 

Equilíbrio Emocional: Pode até ser um pouco parecido com o "ter um relacionamento saudável", porém aqui eu falo individualmente. Isso também é algo que eu poderia ficar horas falando (talvez eu faça um vídeo somente a respeito do equilíbrio emocional), porque creio ser algo super importante. Falando no período da gravidez, o homem se preocupa com várias coisas como: se conseguirá ajudar a sua parceira com a recuperação, se terá competência de cuidar do bebê, condições financeiras, entre muitas outras, e isso pode sim afetar o equilíbrio emocional. Para nós mulheres creio ser ainda um pouco mais difícil, nossas emoções variam muito devido a alteração hormonal, o corpo em mudança, a preocupação com o parto, se terá condições de cuidar do bebê, se preocupa com a saúde dele, muitas até chegam a depressão pós-parto. Se você não possui um equilíbrio emocional antes de engravidar, procurar algum profissional para se preparar para ser mamãe, creio ser a melhor opção. Se já está grávida e está com alguns sinais de depressão ou algo parecido, o importante é conversar e buscar apoio com a família e amigos mais próximos, e se necessário um profissional para que você exponha o que sente. Uma pessoa bem equilibrada é essencial para a construção de uma personalidade estruturada, que no caso, um filho.

Condições Financeiras: Sabemos que com o filho também vem muitos gastos, isso é fato e não adianta fugir. Um filho exige atenção, espaço, tempo, tudo gira em volta dele e também da muitas despesas. Não digo que um casal precisa ganhar milhares para ter um filho, mas o suficiente para que ele possa frequentar locais que o ajudarão no seu desenvolvimento como: acesso a livros, estudar outras línguas, ter saúde, praticar esportes, viajar, comprar roupas, entre tantas outras, então eu creio que não pensar no lado financeiro seria um pouco irresponsável por parte dos pais. Faça um planejamento familiar e dará tudo certo. :-) 

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Espero que tenha gostado,

Bjks da Vilma :-) :-)

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